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Prótoiro e Partipove desmentem Câmara da Póvoa de Varzim

  • 2022-09-28 22:00


No dia em que ficou totalmente destruída a Praça de Touros da Póvoa de Varzim, a Federação Prótoiro e a Associação Partipove vieram agora desmentir a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, acusando a autarquia e o seu Presidente, Aires Pereira de terem tido uma acção “acintosa, pejada de falsidades e de inúmeras ilegalidades”, durante todo o processo.

As associações que defendiam a não demolição do taurodromo referem que “não existe nenhuma sentença, muito menos transitada em julgado, ao contrário do que foi afirmado pela CM da Póvoa de Varzim”, sendo que o que ocorreu foi o levantamento da suspensão da demolição, facto ocorrido “há vários meses”.

Ao contrário do que havia sido tido pela autarquia poveira, a Partipove desmente que não intentou nenhuma providência cautelar, tendo sim suscitado “junto do Tribunal uma série de ilegalidades referentes ao processo de decisão de demolição do edifício da Praça de Touros e da decisão referente ao projecto, financiamento e edificação do denominado Póvoa Arena.”

“A incapacidade da justiça em tomar decisões atempadas leva a que o processo continue em tribunal, não existindo decisões finais, e ao não existir uma decisão final atempada do processo, o dano ao património já está realizado”, lamenta a Protoiro, que acrescenta que este é um processo longe da sua conclusão e seguirá o seu caminho judicial até ao apuramento de todas as responsabilidades em tribunal, o local onde se dirimem democraticamente os diferendos entre pessoas e instituições. 

As associações repudiam as ameaças que terão sido feitas aos autarcas da Póvoa de Varzim e repudiar veementemente qualquer comportamento que atente contra a vida humana, “actos deste tipo são totalmente inaceitáveis segundo os valores humanistas e democráticos da Tauromaquia”, concluem.

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