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Presidente da Câmara de Beja responsabiliza agentes taurinos pela não realização da Beja Brava

  • 2022-09-27 16:46
  • Autor da Foto: D.R./ Radio Pax


O Presidente da Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio (PS), utilizou a sua página na rede social Facebook, para esclarecer a ausência da realização da Beja Brava, integrada no certame Patrimónios do Sul, responsabilizando os agentes taurinos pela não realização do evento.

Citando a notícia do TouroeOuro, em que dava-mos conta da não realização do certame, Paulo Arsénio refere que “a feira (Patrimónios do Sul) não é imóvel e estanque no que respeita aos conteúdos ou temáticas que oferece”, pelo que em anos anteriores não se realizaram certames de outras temáticas, considerando incorrecto que se diga que a Câmara de Beja “deixou cair” a realização da Beja Brava.

Paulo Arsénio refere ainda que a 23 de Agosto, foi lançado um procedimento administrativo, no valor de 33.600 euros, acrescidos de IVA, para a realização da Beja Brava, e que de três entidades convidadas a apresentar proposta, que não refere quais, nenhuma mostrou interesse em realizar o certame.

“Na tentativa de, ainda assim, conseguir realizar a BejaBrava, o Município abriu duas propostas separadas, por Ajuste Directo, uma no valor de € 12.000,00 + IVA 23% dedicada à componente das Actividades Equestres e outra de € 19.950,00 + IVA 23% dedicada à Tauromaquia”, escreve na sua missiva, no que considera ter sido uma “tentativa de tentar "salvar" quer a realização de actividades equestres, quer as actividades tauromáquicas”, sendo que “na sequência destes dois procedimentos de ajustes directos foi possível preencher as actividades equestres, que estarão na feira com um conjunto de actividades mas não foi possível concretizar a componente Beja Brava dedicada sobretudo às actividades tauromáquicas”.

Segundo o autarca até 26 de Agosto não tinha havido junto da Câmara de Beja qualquer inscrição para a Beja Brava, tendo o Município recorrido aos “endereços electrónicos de que dispunha dos participantes na edição de 2019  e perguntou às várias entidades (grupos de forcados, ganaderos, emboladores e outros) acerca da disponibilidade para estarem representados em stand sem custos durante 3 dias em Beja”, bem como “vários outros contactos foram feitos, telefonicamente, pelo Vítor Besugo e pessoas do meio, junto de atores do tauromáquico nacional”, sendo que apenas três, de mais de trinta contactados, mostraram disponibilidade.

Nesse sentido a Câmara de Beja entendeu que investir cerca de 25 mil euros, num certame com apenas três expositores “seria uma opção incorreta e, aí sim, poderia ser o fim da BejaBrava”.

O autarca esclarece ainda que a Câmara de Beja “deixou cair a Beja Brava como se comprova” e “espera que a mesma possa regressar com número elevado de promotores na edição de 2023.”

 

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