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APET considera que concursos da Figueira e Montijo são desajustados e podem colocar em causa a “normalização e respeito” dos espectáculos

  • 2022-01-07 09:06


A Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos (APET) reagiu esta sexta-feira, aos concursos e às condições exigidas pelos proprietários do Coliseu Figueirense (90 mil euros por três anos) e Montijo (80 mil euros por dois anos), considerando que as condições financeiras impostas deixam a gestão dos tauródromos “impraticável” pois obriga a valores financeiros “que podem colocar em causa o equilíbrio, a normalização e o respeito perante todos os demais intervenientes.”

Para os empresários, que reuniram de forma virtual esta quinta-feira, “a situação Mundial que estamos todos a viver, bem como, todas as restrições que devido ao COVID-19 nos condicionam à prática da nossa actividade laboral, acumulando com a prevista crise económica, consequência do menor poder de compra dos aficionados, faz-nos analisar as propostas de forma bastante cautelosa e receosa.”

A entidade liderada por Ricardo Levesinho reitera que é importante que se mantenha a união e que também os proprietários dos imóveis tenham um entendimento de que é necessário manter as despesas controladas, “pois somente assim conseguimos garantir o Futuro da Tauromaquia criando espectáculos atractivos com capacidade de atracção de público.”

Após esta tomada de decisão por parte da APET tudo indica que os dois concursos possam ficar desertos, o que deverá obrigar os proprietários a rever o caderno de encargos.

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