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Praça de Touros do Crato esquecida e abandonada (Com Fotos)

  • 2020-06-17 14:19
  • Autor da Foto: Pedro Duarte


A Praça de Touros do Crato, propriedade da Santa Casa da Misericórdia local, é uma das muitas Praças de Touros do Alto Alentejo que se encontra “esquecida e abandonada”, pelos que afirmam que promovem e defendem a tauromaquia.

A cumprir este ano 90 anos de idade, inaugurada a 9 de Setembro de 1930, a Praça de Touros do Crato, com cerca de 1200 lugares sentados de capacidade, recebeu as maiores figuras da tauromaquia de todas as épocas da tauromaquia, dando sempre privilégio às corridas a cavalo.

Após o ano 2000, e com todas as crises económicas que chegaram posteriormente, a praça ficou praticamente inactiva, sendo que em 2012, e após ter sido alvo de diversas acções de vandalismo, provocadas por grupos de etnias que acampavam junto dela, recebeu obras de melhoramento, levadas a cabo pelo município local, recebendo uma das suas últimas corridas de touros, a 2 de Setembro, de Homenagem ao médico local, Domingos Esteves, com cartel composto pelos cavaleiros, Rui Salvador, Pedro Salvador, Manuel Telles Bastos, Joana Andrade, Tiago Lucas e Manuel Tavares, que lidaram touros de Lopes da Costa, pegando em solitário os Forcados Amadores de Portalegre.

A última corrida nesta praça viria a decorrer a 27 de Agosto de 2013, tendo em praça Joaquim Bastinhas, Marcos Bastinhas e Jacobo Botero, que lidaram touros de Pontes Dias. As pegas estiveram a cargo dos Forcados Amadores do Ribatejo, Alter do Chão e Monforte.

Actualmente a Praça de Touros do Crato, onde o município decretou a tauromaquia como Património Cultural Imaterial, encontra-se totalmente desactivada e degradada.
A arena está totalmente impraticável, as portas e burladeros destruídos e os curros também foram alvo de vandalização, deixando assim inutilizável o tauródromo, como demonstram as imagens abaixo.

No Alto Alentejo esta é somente uma das cerca de 30 praça que existem, sendo que muitas delas se encontram inactivas e sem qualquer perspectiva de poder receber espectáculos, com ou sem covid-19, sendo por demais urgente que as associações taurinas tomem aqui medidas, num dos territórios mais aficionados do mundo!

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