Este site utiliza cookies para lhe oferecer uma melhor experiência de navegação enquanto utilizador. A desactivação desta funcionalidade poderá impedir este site de funcionar correctamente. Ao continuar a visitar o nosso site, está a aceitar esta utilização de cookies.     [Aceitar e Fechar]
  • geral@touroeouro.com

Agradável Novilhada na Moita

  • 2017-09-13 22:02
  • Autor: Solange Pinto
  • Autor da Foto: João Dinis


Realizou-se esta quarta-feira, à tarde, na Praça de Touros Daniel do Nascimento, a tradicional novilhada, integrada nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem.
Com boa entrada de público, actuaram os cavaleiros Francisco Correia Lopes e Manuel Oliveira, bem como os espadas, Paula Santos, João D'Alva e Luís Silva.
As pegas estiveram por conta dos mais novos do Grupo de Forcados do Aposento da Moita, sendo que se lidaram, reses de várias ganadarias.
CRÓNICA DA NOVILHADA
GALERIA FOTOGRÁFICA

Realizou-se hoje, na Moita, a tradicional novilhada, que pretende ‘mostrar’ os jovens ainda sob a alçada das Escolas de Toureio, sobretudo no que concerne ao sector de capotes e muletas…

Antes, abriram praça, na Daniel do Nascimento, claro está, os cavaleiros praticantes Francisco Correia Lopes e Manuel Oliveira, frente a novilhos Pinto Barreiros e Mata-o-Demo.

Os ginetes actuaram com desenvoltura, deixando a ferragem da praxe sem problemas de maior, pautando-se as suas prestações, apenas e só pela regularidade.

As duas pegas da tarde, foram consumadas ao primeiro intento, pelos jovens forcados António Ramalho e João Gomes, do Grupo de Forcados do Aposento da Moita.

No que concerne ao toureio a pé, os três toureiros andaram muito ‘igualados’ quanto a empenho e vontade de triunfar, perante uma boa entrada de público, se em conta tivermos, que esta novilhada se realiza à tarde, num dia de semana.

Actuaram João D’Alva, da Escola Taurina de Vila Franca e Paula Santos e Luís Silva, da Escola de Toureio da Moita.

João D’Alva actuou tendo por diante um exemplar de Falé Filipe. Andou confiado, sendo talvez o mais plazeado dos três jovens anunciados. D’Alva, agradou e mostrou-se com as já reconhecidas faculdades.

Paula Santos, lidou em segundo lugar, em virtude do seu novilho ter sido substituído pelo sobrero. O astado de Mata-o-Demo era complicadote pela direita, mas a novilheira evidenciou argumentos de forma a contornar dificuldades. Recebeu à porta gaiola, com uma larga afarolada, a que se sumou outra, de joelhos em terra.

Bem esteve também Luís Silva. Embora com arestas a limar, o espada mostrou ter recursos naturais, numa auspiciosa actuação.

Dirigiu com acerto, Pedro Reinhardt, coadjuvado por Hugo Rosa.